Aldous Huxley
Salve, salve galera. Tão procurando sombra e água fresca? Tão achando que a vida é só ler um livrinho aqui, assistir um filminho ali, só paz e amor? Nã nani nanão!!!
Dá só uma olhada nessa obra do Aldous Huxley que conta a história de um hipotético mundo onde a galera só queria moleza.
Em uma brilhante projeção do futuro, o autor, lá em meados de 1931, conta um história olhando para adiante e imaginando, mais ou menos, os dias hodiernos como sendo um mundo onde as pessoas nascem, crescem e morrem de um maneira pré-determinada, controlada por uma casta de homens "superiores" que, com recursos muito avançados (ou não) determinam como devem ser e agir todos os habitantes do planeta.
Desde a concepção, que não é do modo tradicional, o ser humano desse admirável mundo é induzido a ser alienado, preconceituoso, indiferente, solitário, tudo em nome de uma suposta felicidade que não deve ser, de modo algum, interrompida e se isso, por acaso, vier a acontecer, toma-se um soma que é uma droga para deixar o cara relaxadão, dormir tranquilo e ter sonhos maravilhosos.
É lógico que esse tal de Huxley só podia estar muito louco para fazer uma previsão tão absurda dessas...
Só que no meio disso tudo um casal em uma viagem turística, visita uma espécie de reserva selvagem e, depois de alguns dias de muitas aventuras e descobertas por lá acaba trazendo a tiracolo para a civilização um morador local e, daí em diante, o admirável mundo novo nunca mais seria o mesmo.
A obra nos leva a refletir sobre a frenética busca que o homem tem atrás de uma utópica felicidade e de viver num mundo livre de dificuldades e de problemas, mesmo que, para isso, tenhamos que abrir mão de coisas como amor, amizade, família, enfim, situações que nos proporcionam altos e baixos na vida e que algumas pessoas covardes e acomodadas acham desnecessárias e acreditam que tudo seria melhor sem tais oscilações.
Então cai dentro, sai deste marasmo e aproveita mais essa sugestão de leitura: Admirável Mundo Novo - Aldous Huxley.
Abraços,
Lois
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